Onde andará meu príncipe,
Sem cavalo, espada ou encantamentos,
Que me desperte de um sono profundo
Com um único beijo?
Onde andará ele meu príncipe
Que me acorde no meio da noite
recitando poemas escritos no ar
E que me abrace como quem acolhe
uma criança?
Onde andará príncipe meu,
Que troque a lâmpada da sala
Pregue quadros na parede,
e puxe a cadeira para eu me sentar à mesa
E de repente, na hora do silêncio,
Me chame de sua princesa?
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